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3 de mai de 2011

LimeWire corre risco de pagar indenização bilionária para gravadoras



Você se lembra do LimeWire, um popular serviço de compartilhamento de arquivos? Pois fique sabendo que ele vai ficar apenas na memória mesmo, para nós contarmos aos nossos filhos e netos como era a internet no início dos anos 2000. Nessa semana acontece o tão aguardado julgamento do serviço, bem como de Mark Gorton, seu criador.

O caso do LimeWire é emblemático porque ele pode ser considerado o último serviço de compartilhamento de arquivos legitimamente americano. Outros, como o Kazaa e o eDonkey, fecharam as portas faz tempo. Embora tenha resistido por um bom tempo, o LimeWire está de portas fechadas desde o fim do ano passado.

A RIAA, a superpoderosa associação da indústria fonográfica, obviamente que quer deixar o LimeWire e seu fundador sem um tostão no bolso. Eles conseguiram emplacar a acusação de pirataria de 9.715 álbuns musicais nas costas de Gorton. O júri deverá decidir de quanto será a penalização para cada álbum pirateado por meio do P2P.
O valor mínimo a ser pago pelo LimeWire às gravadoras será de US$ 7,2 milhões, considerando-se que a indenização por cada álbum pode variar de US$ 750 a US$ 150 mil. Se eles decidirem pela maior pena, a conta de Gorton e do LimeWire vai chegar fácil à casa do US$ 1,4 bilhão.
Não pense que Mark Gorton é um pobre coitado. Ele possui uma residência no valor de US$ 4 milhões na região mais luxuosa da ilha de Manhattan, propriedade que a RIAA não hesitaria em pedir como pagamento. Ele gerencia um fundo de investimentos, além de atuar no ramo de software.

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