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25 de nov de 2010

Dell fecha parceria com Sonora, que começa a receber primeiras reclamações


No meio do ano, a HP lançou seu notebook chique, o Envy, numa parceria inédita com a Universal Music, liberando um ano de streaming ilimitado e download de 50 músicas do catálogo da empresa. A versão brasileira da promoção chega agora pela Dell, que fechou acordo com o Sonora, do Terra, para venda de alguns notebooks específicos. No meio de sorrisos e alegrias, apenas um porém: com pouco tempo de vida, o reformulado Sonora já vem recebendo críticas dos usuários.
O casório entre o Sonora e a Dell será específico para os notebooks Studio 14 e Inspiron 14R. O cidadão que comprar uma das duas máquinas até o dia 12 de dezembro terá um ano de acesso gratuito ao Sonora, e poderá desfrutar das 1,5 milhões de músicas do serviço que, como nós já dissemos por aqui, é o mais avançado na parte de música digital no Brasil. O que não o impede, é claro, de ter seus defeitos e limitações, que começam a pipocar.

O camarada Rodrigo Ghedin, do MeioBit, decidiu testar o Sonora. Nos primeiros dois dias, a relação era de mais puro amor, já que o streaming pelo browser funciona sem problemas e oferece aquilo que as opções americanas têm de forma escassa: música brasileira de todos os tipos, para o bem e para o mal. A relação estremeceu na hora de baixar as músicas sem DRM: algumas canções ainda não estão disponíveis, não há opção para selecionar mais de um download por vez e, de forma estranha, ele descobriu que só é possível baixar uma vez cada música. Ainda para os mais audiófilos, os arquivos vieram em 256kbps – ok, valor digno, mas não podia ser 320? – e sem tags.

Apesar dos problemas, o Sonora continua tendo alguns pontos conosco por abrir de vez o mercado de música digital no Brasil (com alguns anos de atraso, claro). Enquanto esperamos que mais promoções e parcerias como a com a Dell sejam feitas frequentemente, pedimos encarecidamente que o pessoal dê um jeito nesses probleminhas que estragam o dia de qualquer um que pagou para ter um serviço brasileiro que presta. Senão, o destino dos usuários pode ser o mesmo do Rodrigo:

Valeu pela experiência, apesar de ter perdido um álbum, baixei outro (com bit rate de 256 kbps e id3tags em branco, mas relevemos) e no fim ficou elas por elas em termos financeiros. Mas deu. Não sou partidário da lenga-lenga de prestígio da inovação nacional, ser brasileiro não é característica, killer feature, nesse mundo globalizado. Voltarei a ouvir música por streaming na (americana) Grooveshark e a comprar mp3 na (inglesa) 7digital.

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